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25/05/2018

SETOR DA BORRACHA NO ESTADO É O SEGUNDO MAIOR PRODUTOR NO PAÍS

Fundado em 1952, o Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha no Estado do Rio Grande do Sul (SINBORSUL) reúne cerca de 250 empresas filiadas, que geram aproximadamente 10.500 postos de trabalho no Estado.

Com sede em São Leopoldo, representa os interesses da sua categoria econômica, formada pelas indústrias de artefatos de borracha; pneumáticos, câmaras de ar para veículos e camelback, além de produtos de borracha, natural ou sintética. A entidade é presidida pelo empresário Gilberto Brocco, igualmente diretor da FIERGS e membro do Conselho do Instituto SENAI de Inovação.

O SINBORSUL integra a Associação Nacional dos Fabricantes de Artefatos de Borracha e contribui para o fortalecimento do setor, firmando novas parcerias; ampliando a sua representatividade; valorizando as empresas associadas e filiadas, bem como oportunizando serviços e negócios.

 

MERCADO -O Rio Grande do Sul é o segundo maior polo de produção de borracha no Brasil, concentrando na região, as maiores empresas do segmento. Mesmo trabalhando muito, reduzindo despesas e investimentos em todas as áreas, o cenário para o setor segue preocupante. “Na realidade este ciclo não será interrompido sem mudanças consistentes”, afirma Brocco.

A maior recessão econômica e a indefinição política registrada recentemente no Brasil envolveram de forma severa empresas de diferentes setores. No caso da indústria de borracha não foi diferente, pois precisou se adequar ao mercado interno, que diminuiu sensivelmente. A baixa produção no Brasil, de veículos automotores, máquinas e equipamentos, bem como na construção civil, tem sido sentida fortemente pelo segmento da borracha. As exportações gaúchas do segmento, não têm suprido a queda da demanda interna. Em função da elevação do câmbio, houve uma movimentação no setor, mas as perspectivas ainda não são plenamente favoráveis para o fortalecimento do mercado.

No caso da indústria de borracha, os impactos negativos foram sentidos na produção e nas vendas de pneumáticos, bem como nos artefatos. “Para delinear um novo cenário, não bastam ações superficiais e medidas de pouco impacto. É preciso planejamento consistente, longe de interesses partidários, mas próximo do reequilíbrio das contas fiscais”, afirma o presidente Brocco. “Com uma carga tributária abusiva, juros altos e crédito escasso dificilmente sairemos deste cenário a médio prazo”.

E argumenta: “temos muitos desafios, como cidadãos e empresários. Existem mudanças importantes, que também precisam ser realizadas, entre elas, uma atuação mais efetiva na defesa dos interesses das empresas integrantes desta atividade econômica”.

 

AÇÕES -Contribuir para aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira tem sido um exercício diário, vivido pelos empresários do setor da borracha e do plástico, assim como tantos outros segmentos de incalculável importância para a economia.

Uma conquista coordenada pelo presidente Gilberto Brocco foi a elaboração de uma cartilha para o setor, pioneira no País. Este trabalho coletivo é fruto do projeto Suporte Tecnológico à Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos na Indústria de Artefatos de Borracha. Com o propósito de reduzir os riscos e os custos relativos aos acidentes de trabalho, a iniciativa foi um marco positivo para a entidade, que contou com parceiros estratégicos para a concretização deste projeto.

A trajetória de conquistas da entidade passa, também, pelo importante papel desempenhado pelo Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Polímeros, através do SENAI - CETEPO, resultado de um trabalho conjunto, construído a muitas mãos.

O Centro Tecnológico de Polímeros - CETEPO, centro de referência nacional em pesquisas, testes e ensaios, está focado em pesquisa e inovação. Concebido para dar suporte tecnológico à cadeia produtiva de artefatos de borracha no Brasil, o instituto objetiva aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira. Com instalações e profissionais especializados, proporciona à indústria brasileira de elastômeros, plásticos, adesivos, espumas e tintas todo o suporte necessário ao seu relevante trabalho. Além da prestação de serviços técnicos, oferece assessorias, faz pesquisas e cursos, divulgando informações tecnológicas, bem como atende projetos específicos.

Mobilizados pelo forte desejo de investir em novas soluções empreendedoras, as empresas associadas e filiadas também têm acompanhado os processos de mudanças no setor, buscando atualização permanente, a partir da participação em missões empresariais, cursos e orientações técnicas.

“Somente com a retomada consistente da atividade econômica, ancorada numa agenda de reformas, que propiciem um ambiente de negócios favorável, teremos sinais mais concretos, que estimulem os empresários a investir”, analisa. “Enquanto isso, vamos aumentar a vigília e fortalecer a participação junto aos sindicatos patronais, para que tenhamos mais ‘voz e vez’, tanto nas escolhas dos nossos representantes, quanto no encaminhamento de reivindicações fundamentais para o crescimento econômico do País”, registra Brocco.

 

Neusa Medeiros
Jornalista - Reg. Profissional nº 5.062
Edição 3 - Comunicação Empresarial Ltda.
edicao3@terra.com.br - Fone: (51) 9 9878 1000

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